quinta-feira, 27 de setembro de 2012

patrimônio cultural do Piauí


publicação sobre o patrimônio edificado de Parnaíba, Piauí

No Piauí, além do Parque Nacional da Serra da Capivara, estão tombados: a Fábrica de Manteiga e Queijo de Campinas do Piauí, inaugurada em 1867, e o Estabelecimento Rural de São Pedro de Alcântara, fundado nos anos de 1874, monumentos que narram um valioso fragmento da história da formação do Piauí e do Estado brasileiro; a Igreja Nossa Senhora de Lourdes, em Teresina, edificada nos anos de 1960; o Conjunto Histórico e Paisagístico de Oieras, região que se insere na antiga Vila da Môcha, que teve importância fundamental para a colonização do Piauí e para o ciclo da Pecuária Colonial do Nordeste, que perpassaram os séculos XVII, XVIII e XIX; Ponte Grande do Mocha, construída em 1845;  o Conjunto Histórico e Paisagístico de Piracuruca, um dos lugares que faz parte das cidades do Piauí testemunhas da ocupação do interior do Brasil durante o século XVIII; o Pátio Ferroviário de Teresina, juntamente com a Ponte Metálica João Luis Ferreria, que integram o conjunto de obras ferroviárias executadas pela Companhia Geral de Melhoramentos do Maranhão; a Floresta Fóssil do Rio Poti, localizada em Teresina, um sítio natural do período paleolítico de reconhecido interesse científico devido à raridade desse tipo de ocorrência na natureza; o Conjunto Histórico e Paisagístico de Parnaíba, parte das cidades do Piauí testemunhas da ocupação do interior do Brasil durante do século XVIII, hoje a segunda maior cidade do Estado e principal núcleo urbano do norte do Piauí; a Ponte Grande do Mocha, em Oeiras, a mais antiga obra de arte de engenharia do Piauí, construída no ano de 1845; o Sobrado João Nepomuceno, exemplar singular da arqueitetura civil do início do século XIX e a Igreja Matriz de Nossa Senhora das Vitórias, fundada em 1733, primeiro templo edificado nas terras do Piauí, bens localizados em Oeiras, primeira capital; a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo, em Piracuruca, iniciada em 1743; a Igreja de São Benedito, terceiro templo católico construído em Teresina; o Cemintério do Batalhão, na cidade de Campo Maior, um dos mais importantes marcos da história do Piauí e da Independência do Brasil.

Jurema Machado assume a presidência do Iphan





 Fonte
 http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=16878&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia


A arquiteta mineira Jurema de Sousa Machado é a nova presidenta do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Sua nomeação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira, dia 26 de setembro, em substituição ao arquiteto Luiz Fernando de Almeida, que presidiu o IPHAN desde fevereiro de 2006.

Jurema Machado deixa a Coordenação de Cultura da UNESCO no Brasil, onde atua desde janeiro de 2002, para assumir a nova função no IPHAN, instituto com o qual já mantém estreita relação sendo parte do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural desde 2008.

Luiz Fernando de Almeida está deixando a presidência do IPHAN a pedido. No comando da instituição desde 2006, marcou sua gestão pela inovação no conceito de Patrimônio Cultural e na ampliação da representação do IPHAN em todo o Brasil. O resultado do trabalho está exemplificado na regulamentação de procedimentos de fiscalização, aprovação de projetos e na instituição da paisagem cultural com instrumento de preservação. Além disso, foram implantadas Superintendências em todos os estados da federação e foi concebido e lançado o PAC Cidades Históricas. Neste período, foram tombados 111 novos bens e registrados 18 bens culturais de natureza imaterial, muitos na região Norte e Centro Oeste do país.

A nova presidenta do IPHAN
Jurema de Sousa Machado nasceu em Divinópolis, Minas Gerais. É arquiteta urbanista pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), formada em 1980. Iniciou sua vida profissional em Belo Horizonte na PLAMBEL - Planejamento da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Foi diretora de Planejamento e Patrimônio de Ouro Preto (MG), entre 1993 e 1994, quando coordenou a elaboração do Plano Diretor da cidade. Ainda em Minas, Jurema Machado foi presidente do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA). Entre os anos de 1999 e 2001 atuou na concepção do Programa Monumenta, e era Coordenadora de Cultura da UNESCO no Brasil desde 2002.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

encontro com formadores

 Por Áurea Pinheiro






Hoje, dia 25 de Agosto, estivemos com professores de algumas escolas da Prefeitura Municipal de Teresina, no Centro de Formação Professor Odilon Nunes, inaugurado em 2007, mesma época em que constituimos o Grupo de Pesquisa/CNPq Memória, Ensino e Patrimônio Cultural. 

Ao longo da manhã, dialogamos como os colegas professores sobre a regulamentação da profissão do historiador, sobre o perfil do historiador na sociedade do conhecimento, da informação, marcada por tecnologias e linguagens diversas; sobre as habilidades e competências do professor de História.  







sábado, 22 de setembro de 2012

XXVII Simpósio Nacional de História


Está disponível o site do XXVII Simpósio Nacional de História. O tema norteador será conhecimento histórico e diálogo social, ocorrerá em Natal - RN, entre os dias 22 a 26 de julho de 2013

para acessar o site clique aqui

patrimônio imaterial

arte santeira do Piauí, foto cássia moura


A TV Ufop realiza uma série de vídeos/entrevistas sobre Patrimônio Cultural/Educação Patrimonial.

Indicamos o vídeo/entrevista com Márcia Sant'Anna, na época da entrevista, Diretora do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan.

para assistir ao vídeo clique aqui

publicações sobre patrimônio

Recentemente, o Iphan de São Paulo, 9ª Superintendência Regional, em parceria com o Programa Monumenta, lançou diversas publicações sobre o patrimônio histórico, reforçando o rico acervo bibliográfico para quem quiser saber mais sobre os diversos assuntos envolvidos.

Na Coleção Grandes Obras e Intervenções, será lançado os livros A Matriz de Santo Antônio em Tiradentes, de Olinto Rodrigues dos Santos Filho, sobre a arquitetura no estilo barroco D. João V da Matriz de Santo Antônio, na cidade de Tiradentes (MG), e Os Passos de Congonhas e suas Restaurações, que relata a restauração, pelo Programa Monumenta, do Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, de Congonhas, também em Minas Gerais.

Da Coleção Roteiros do Patrimônio, temos quatro títulos: Varandas de São Luís – gradis e azulejos, de Olavo Pereira da Silva, que traça um roteiro da arquitetura colonial da cidade de São Luiz, no Maranhão, Igrejas e Conventos da Bahia, de Maria Helena Flexor, que apresenta os mais importantes conjuntos de igrejas e conventos baianos, Barroco e Rococó nas Igrejas de São João del Rei e Tiradentes, de Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira e Olinto Rodrigues dos Santos filho, que que em dois volumes relata o acervo do barroco e do rococó nas igrejas das duas cidades mineiras, e Barroco e Rococó nas Igrejas de Ouro Preto e Mariana, de Myriam Andrade em parceria com Adalgisa Arantes Campos, referente a essas duas outras cidades de Minas Gerais.

Da Coleção Registro, temos a obra Arqueologia no Pelourinho, livro de vários autores organizado por Rosana Najjar, que descreve a pesquisa arqueológica realizada na área da sétima etapa do Projeto de Recuperação do Centro Histórico de Salvador, trabalho em que o Programa Monumenta restaurou 76 imóveis enquanto técnicos do Iphan fazia a pesquisa arqueológica nos 11 quarteirões do tradicional bairro da capital baiana.

Outro livro sobre recuperação dos centros históricos é intitulado Intervenções Urbanas na Recuperação dos Centros Históricos, de Nabil Bonduki, volume da Coleção Arquitetura que retrata questões, desafios, limites e possíveis soluções para a gestão do patrimônio nas cidades brasileiras, além de relatar o trabalho feito pelo Programa Monumenta. Da mesma coleção também faz parte o livro Fazendas do Sul de Minas Gerais, de Cícero Ferraz, que estuda o panorama das sedes de fazendas da região, mostrando também ilustrações, plantas em escala, fotos e descrição de mais de setenta fazendas divididas em microrregiões.

Da coleção Cadernos de Memórias, são publicados três volumes referentes ao projeto Mestres Artífices em Pernambuco, Minas Gerais e Santa Catarina, que descrevem a recuperação, o inventário e a preservação de saberes, práticas e técnicas construtivas tradicionais, identificando profissionais em várias regiões do país e os conhecimentos registrados no desempenho de seus trabalhos.

Da Coleção Anais, tem-se Os Sambas Brasileiros: diversidade, apropriação e salvaguarda, organizado por Márcia Sant'Anna, com os textos das palestras do I Encontro da Casa de Samba de Santo Amaro da Purificação (Bahia), que reinaugurou o Solar do Subaé, depois da completa recuperação com investimentos do Programa Monumenta/IPHAN e contou com a participação de vários pesquisadores e artistas de renome nacional que se dedicam a pesquisar o samba brasileiro. Outra publicação desta coleção é o I Fórum Nacional do Patrimônio Cultural, composto de três volumes, reunindo textos de palestras, discussões e resultados do evento realizado em Ouro Preto pelo IPHAN, em parceria com a Associação Brasileira de Cidades Históricas, em 2009.

Também da Coleção Anais, o pequeno livro Patromônio Cultural e Desenvolvimento Sustentável registra alguns dos importantes documentos resultantes do Encontro de Especialistas em Patrimônio Mundial e Desenvolvimento Sustentável, que também aconteceu na cidade de Ouro Preto, entre 05 e 08 de fevereiro de 2012.

Outras publicações também foram lançadas este mês, como Política de Preservação do Patrimônio Cultural no Brasil, de Paula Porta, sobre as ações desenvolvidas no âmbito da preservação patrimonial na primeira década do século XXI e O Patrimônio Cultural de Imigração em Santa Catarina, que registra as paisagens, hábitos, conhecimentos e atividades das numerosas comunidades de imigrantes europeus e asiáticos que desde o século XVII povoaram o Estado. Por sua vez, Imigração Japoneas do Vale do Ribeira, do arquiteto Rogério Bessa, descreve um inventário temático sobre as técnicas construtivas adotadas pelos imigrantes japoneses que ocuparam o Vale do Ribeira (SP). E há também o Patrimônio Naval Brasileiro, uma pesquisa feita pelo arquiteto Dalmo Vieira Filho entre 1990 e 2009, sobre o patrimônio naval existente no Brasil.

Quando das celebrações do Dia do Patrimônio foi inaugurada a primeira fase do restauração do Complexo Ferroviário de Conde de Araruama, em Quissamã, no Estado do Rio de Janeiro, uma ação integrante do PAC das Cidades Históricas. A obra foi iniciada em 2007 pelo Iphan, em parceria com a Prefeitura de Quissamã e integra o Complexo Cultural de Conde de Araruama e envolve o remodelamento do espaço urbano e do pátio ferroviário e a restauração do conjunto composto pela antiga Estação de Conde de Araruama, Armazém Ribeiro & Filhos, galpão e mais cinco casas.

E ainda o livro: A Ferrovia Agrícola de Quissamã e suas Conexões Regionais, que relata o transporte ferroviário de Quissamã, também antigo distrito de Macaé. E hoje, na abertura da II Semana Fluminense do Patrimônio, será lançado o projeto de implantação da Casa do Patrimônio, a nova concepção de instalação do Iphan, sendo Quissamã a terceira unidade desse modelo a ser inaugurada no Estado do Rio de Janeiro.

Os interessados em obter os livros citados, entrar em contato com o e-mail publicacoes@iphan.gov.br.

Fontes: Iphan, Ministério da Cultura e http://ensaiospatrimoniais.blogspot.com.br/

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

disponível anais do congresso internacional de história e patrimônio cultural



encontra-se disponível os anais da terceira edição do congresso internacional de história e patrimônio cultural, realizado entre os dias 20 a 23 de Agosto de 2012, na cidade de Parnaíba, litoral Norte do Piauí.

para acessar clique aqui