quarta-feira, 12 de setembro de 2012

simpósio o museu goeldi na amazônia

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Desde 1967 o Museu Goeldi, no âmbito das Ciências Humanas, ampliou o seu olhar científico para as sociedades pesqueiras ou haliêuticas, um dos segmentos sociais amazônicos de alta complexidade e significação para as relações entre o homem e o meio ambiente. Nesse aspecto, sob a orientação de Eduardo Galvão, direcionou equipes para estudar as condições sociais, econômicas e culturais de povos cuja a base de vida se assenta no universo das águas e nos recursos naturais biodiversos. Em mais de 4 décadas, esses estudos se diversificaram tematicamente gerando teorias e metodologias significativas para a compreensão e a interpretação do modus vivendi e do modus operandi da gente do mar, dos rios, furos e igarapés e dos lagos amazônicos. Gerou linhas de pesquisa aplicadas na instituição e na UFPA (PPGCS); tem formado e capacitado estudantes para a pesquisa antropológica através de bolsas do CNPq e de agências de fomento estrangeiras; e orientado pesquisadores em nível de doutorado, mestrado, especialização e graduação. A água como fator transversal da vida humana tem sido a base de análises e de interpretações dos pesquisadores, tecnologistas, bolsistas e estagiários do Grupo de Pesquisa Populações Haliêuticas: Dinâmicas Sociais, Gestão de Territórios e Relações Interculturais – RENAS III - (EPHal), certificado no CNPq. Encontra nas comunidades humanas de
incondicional
conhecimento (Lourdes Gonçalves Furtado)

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