sexta-feira, 23 de novembro de 2012

PHILIPPE DUBOIS, autor do livro o ato fotográfico faz conferência no núcleo de arte multimedia, doutoramento em belas-artes, faculdade de belas-artes, Universidade de Lisboa

FBAUL - FACULDADE DE BELAS ARTES DA UNIVERSIDADE DE LISBOA
Largo da Academia Nacional de Belas-Artes
1249-058 LISBOA

26 Nov 2012


CONFERÊNCIA
PHILIPPE DUBOIS
Post-Photographie et Post-Cinéma: Que devient la question du temps dans l’image contemporaine?


Local e data:

26 novembro 2012, 18h00
Faculdade de Belas Artes de Lisboa
Aud. Lagoa Henriques_Entrada Livre


clique aqui e confira entrevista com phillippe Dubois

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Coleção História Geral da África é disponibilizada em Português
































Fonte da informação
http://www.controversia.com.br

Lançada no dia 9/12/2010 a edição em português da Coleção História Geral da África da UNESCO. 

A obra de oito volumes e quase dez mil páginas foi elaborada ao longo de 30 anos por 350 pesquisadores, a maior parte deles de origem africana, e já havia sido editada em sua totalidade em inglês, francês e árabe

Vários autores (organização UNESCO)
Baixe os 8 volumes. Clique aqui (arquivos grandes em PDF, conexões mais lentas, um pouco de demora ao carregar).

De acordo com o Representante da UNESCO no Brasil, Vincent Defourny, ao se disseminar no país o conhecimento sobre a África , é possível promover uma importante mudança das relações étnico-raciais. “Existe uma  preconcepção de que a história da África começa a partir da colonização e do tráfico negreiro. Mas as contribuições do continente para a humanidade são muito maiores e muito mais antigas do que o imaginado pelo senso comum. E isso precisa ser conhecido”, afirma.

O objetivo da tradução da obra é fazer com que professores e estudantes lancem um novo olhar sobre o continente africano e entendam sua contribuição para a formação da sociedade brasileira. Para Fernando Haddad, ministro da Educação, a coleção vem preencher uma lacuna na educação brasileira. “De fato, a história africana ainda não está inserida no currículo escolar, como estão as histórias da Europa e da América, não há dúvida que há um vácuo. Temos que ter consciência de como nosso povo se formou. A importância da África é crucial para nosso presente e para o futuro da nação brasileira”, afirma.

O conteúdo será base para a construção de materiais pedagógicos para uso de professores e estudantes. A iniciativa é um importante passo dentro de uma política pública de valorização da diversidade e de implementação da lei que estabelece a Educação das Relações Étnico-Raciais e o  História e Cultura Afro-Brasileira e Africana

O material também será disponibilizado por representantes dos países africanos de língua portuguesa.  “Vivemos um momento histórico no Brasil, que, nos últimos anos, vem se aproximando cada vez mais dos países da África, e o lançamento da coleção em português é mais uma prova disso. Não seríamos o que somos sem o continente », avalia o ministro da Cultura, Juca Ferreira.

O Ministério da Educação irá distribuir a coleção para bibliotecas públicas municipais, estaduais e distritais; bibliotecas  das  Instituições de Ensino Superior, dos Polos da Universidade Aberta do Brasil, dos Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros, dos Conselhos Estaduais ou Distrital de Educação.

Lançamento do Livro e Documentário Etnográfico Engenhos de Moagem de Cereais em Sesimbra, Portugal

moinho do outeiro, portugal, foto cássia moura


Dia 01 de dezembro/2012, às 16h, no Cineteatro Municipal de Sesimbra, Portugal, por iniciativa da Câmara Municipal, será lançada publicação com livro e documentário resultos de trabalho de pesquisa histórico-etnográfica, entre o verão de 2010 e o inverno de 2011. 

"Durante aquele período, na sequência dos trabalhos de reabilitação e musealização da Moagem de Sampaio e no âmbito do projeto Sesimbra - Memória e Identidade, tornou-se obrigatória a realização de um levantamento exaustivo dos testemunhos físicos ligados à moagem de cereais no concelho de Sesimbra. A pesquisa conduziu a equipa do Museu Municipal a diferentes engenhos, mas as maiores referências são feitas a sistemas movidos a vento. «Edifícios de construção robusta, feitos de pedra e cal, com cerca de 7 metros lineares de diâmetro na base, de cerca de 5,5 metros de altura e espessura de parede a rondar os 1,6 metros quadrados, diminuindo ligeiramente com a altura da construção.» Mas a história da moagem no Concelho não se resume apenas aos moinhos de vento de torre fixa. Há ainda vários testemunhos e vestígios de trituradores “de vaivém”, atafonas, azenhas, de moinhos de água de rodízio e automatizados. Assim, através de uma breve apresentação de cada sistema, que evidencia o seu funcionamento, traços e aspetos principais, localização, acesso, referências cronológicas e estado de conservação, este livro dá a conhecer a evolução dos sistemas de moagem, desde as estruturas “rurais de ontem” às “industriais de hoje”. A par da descrição e caraterização dos engenhos ligados à moagem no concelho de Sesimbra, o volume apresenta imagens e fotografias que registam e comprovam os resultados obtidos". 

ficha técnica
Autor Câmara Municipal de Sesimbra | Edição Câmara Municipal de Sesimbra | Data de edição setembro 2012 

Fonte | Para saber mais clique aqui

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Congresso Internacional de Museus Marítimos

No próximo ano, 2013, mais precisamente entre os dias 08 a 14 de Setembro, ocorrerá em Caiscais, Sul de Portugal, o Congresso Internacional de Museus Marítimos.


"A 13 de outubro de 2011, a organização do ICMM (International Congress of Maritime Museums) escolheu a candidatura portuguesa para acolher o Congresso Internacional de Museus Marítimos, de 8 a 14 de setembro de 2013, cujo comité de organização integra elementos da Câmara Municipal de Cascais, Museu de Marinha e CPL Events, e a colaboração do Turismo de Portugal, Agência Cascais Atlântico, Museu Nacional de Arte Antiga, Casa das Histórias Paula Rego e Câmaras Municipais do Seixal, Portimão e Ílhavo.

A seleção da canditura foi confirmada no passado mês de janeiro, aquando de uma visita de inspeção técnica do Presidente do ICMM, Frits Loomeijer, e da diretora do Museu Vasa de Estocolmo, Marika Hedin, que vieram a Portugal verificar in loco as condições enunciadas no processo de candidatura.

O ICMM é uma organização mundial que junta associações, instituições e personalidades que trabalham na área da preservação marítima. No âmbito da sua atividade, organiza um congresso bienal, em locais selecionados mediante a avaliação prévia das candidaturas apresentadas por parte dos seus membros.

A proposta apresentada pela organização portuguesa ao Congresso de 2013, que concorreu com candidaturas da Suécia e do Chile, tem Cascais como núcleo central e inclui um diversificado programa complementar com visitas ao Museu de Marinha – que nesse ano comemora 150 anos – Museu Nacional de Arte Antiga, Ecomuseu do Seixal e Fragata D. Fernando e Glória, deslocações ao Museu Marítimo de Ílhavo e Museu Municipal de Portimão, bem como passeios de barco no rio Tejo. O evento contará ainda com o apoio das Secretarias de Estado da Cultura, do Turismo e do Mar, bem como do Estoril Convention Bureau e de unidades hoteleiras da região, designadamente do Hotel Estoril Éden e do Farol Design Hotel.".





segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Exposição 200 Anos de Guerra 
Extermínio das Nações Indígenas no Piauí (Séculos XVIII e XIX)


No Arquivo Público do Estado do Piauí (centro histórico da capital Teresina)
até o dia 30 de novembro de 2012

Curadoria 
Síria Emerenciana Nepomuceno Borges 
Investigadora do Instituto Terra e Memória - Portugal 

   
O maior extermínio da História do Piauí. Sem nome, sem cultura, sem lugar, apenas índios. Mais de 200 anos de guerra, meticulosamente arquitetado em nome da expansão econômica. Índios, bois e cavalos. 200 Anos de Guerra: Extermínio das Nações Indígenas no Piauí (Sécs. XVIII e XIX) é um relato histórico, através dos documentos oficiais, que estão sob a guarda do Arquivo Público do Estado do Piauí, sobre o desaparecimento das Nações Indígenas que outrora habitam a região. São fundamentalmente fontes escritas que narram fatos de uma guerra nas suas minúcias e que, sobretudo explicam as estratégias do extermínio: nações indígenas desaparecidas, códigos ideológicos, arsenal bélico, resistência e miscigenação.
 
Roteiro da Exposição

1. Nações Indígenas. As sete Nações Indígenas que habitavam a região do Piauí: Acroá, Tremembé, Guegué, Timbira, Jaicó, Tabajara e Pimenteira.

2. “Índios, Bárbaros, Selvagens e Vadios.” A qualificação, com adjetivos pejorativos, revela o confronto entre duas civilizações, uma dita como superior e a outra como inferior, em contexto da aproximação histórica entre América e Europa.

3. “Infestam” e “Extermínio.” Expressões corriqueiras na maioria dos documentos que abordam a temática indígena no Piauí, evidenciando o objetivo principal das guerras: acabar com as Nações Indígenas para viabilizar a instalação das fazendas criatórias de bois e cavalos.

4. Armas de Branco e Armas de Índio. O arsenal bélico das tropas oficiais do Governo - clavinotes, bacamartes, facas, punhais, pederneiras, espadas - foi decisivo para exterminar as Nações Indígenas, que na sua maioria utilizavam arcos e flechas.

5. Estratégias de Resistência Indígena. Com armas pouco eficazes para combater o arsenal bélico das forças oficias, as Nações Indígenas utilizavam outras estratégias de guerra: sequestros, assassinatos, incêndios nas fazendas de gados e roubos.

6. Além do Extermínio, a Barbárie. O extermínio das Nações Indígenas foi acompanhado com atos de absoluta violência, tais como decepamentos de orelhas e cabeças, separação das famílias e imposição de regras culturais diferentes das suas.

7. Pardos, Mamelucos e Caboclos. Em meados do Século XIX, findam as guerras de extermínio e no conjunto da sociedade piauiense, a população indígena é diluída entre os pardos, mamelucos e caboclos, igualmente

classificados como

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Livro do professor João Kennedy Eugênio, da UFPI, conquista Prêmio Jabuti


Fonte setor de comunicação da UFPI


O livro 'Ritmo espontâneo: organicismo em raízes do Brasil de Sergio Buarque de Holanda', do professor da UFPI, João Kennedy Eugênio, conquistou o Prêmio Jabuti na categoria Ciências Humanas. Produzido pela Editora da Universidade Federal do Piauí (EDUFPI), o livro é a primeira obra da instituição a conquistar o Jabuti, o mais tradicional prêmio de livros do Brasil.

A obra, que ficou em segundo lugar entre três premiadas, consiste na tese de doutorado do professor João Kennedy e trata-se de um estudo sobre os trabalhos do historiador brasileiro Sérgio Buarque de Holanda, que no contexto da "História Geral da Civilização Brasileira", publicou, em 1972, "Do Império à República". Tal texto, a princípio, fora concebido como um simples artigo para a coletânea, mas com o decurso da pesquisa, acabou por ser ampliado num volume independente.

O Prêmio Jabuti, que contempla 29 categorias, se diferencia por avaliar não somente os escritores, mas a qualidade do trabalho e sua apresentação. Para o diretor da EDUFPI, Ricardo Alaggio, conquistar o prêmio representa um ganho não somente para o professor e editora, mas para toda a universidade.

"Foi a primeira vez que concorremos ao prêmio e já conquistamos o segundo lugar na categoria mais concorrida. É uma satisfação imensa, pois mostra a crescente importância da pesquisa e como a UFPI tem disseminado os conhecimentos produzidos aqui", afirma Ricardo.

A cerimônia de premiação acontece dia 28 de novembro na Sala São Paulo. Para receber a estatueta, subirão ao palco o autor premiado juntamente com um representante de sua editora.

Obras da EDUFPI
O livro do professor Kennedy está entre as mais 400 obras já registradas pela EDUFPI na Biblioteca Nacional. "Além da alegria pelo prêmio, a satisfação é também pelo aumento da quantidade e qualidade dos nossos livros", ressalta Ricardo Alaggio.




quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Colóquio "Políticas Públicas para o Património Imaterial na Europa do Sul"

Colóquio "Políticas Públicas para o Património Imaterial na Europa do Sul"

Institut Français du Portugal

Entre os dias 27 a 28 de novembro/2012, será realizado em Lisboa, o Colóquio Internacional Políticas Públicas para o Património Imaterial na Europa do Sul – percursos, concretizações, perspetivas.

Para saber maiores informações clique aqui